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O objetivo do Trabalho – Ciência Espiritualista e Não Religião

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Em muitos de seus ensaios, Okada de modo objetivo tenta esclarecer de forma simples muitos dos mistérios. Neste ensaio em particular ele é genial quando explica sobre doenças e como funciona o processo da medicina e, por outro lado, de forma natural, obedecendo as Leis da Grande Natureza.

A “Era do Dia é o mundo em que o Espírito precede a Matéria”, ou seja, o Espírito exerce papel e função superior em relação à Matéria. Aplicando isso ao corpo humano, as toxinas — causa de todas as doenças — são matérias acumuladas no corpo físico. Como existe uma identidade (ou correspondência) entre corpo e espírito, é natural que neste caso, o corpo espiritual apresente nebulosidades na região correspondente à presença das toxinas no corpo físico.

Segundo o cientista, os tratamentos químicos visam a interrupção da eliminação das toxinas e por isso, a eliminação dos sintomas, o que ele denomina de interrupção ou solidificação do processo natural de eliminação. Quando se procura anular as toxinas promovendo apenas a sua eliminação do corpo físico, isso terá um efeito temporário; com o passar do tempo, elas surgirão novamente, de acordo com a Lei do Espírito Precede a Matéria. Assim, para eliminá-las radicalmente, devemos eliminar as nebulosidades do corpo espiritual. Eis o método correto para se atingir perfeitamente o objetivo da erradicação dos problemas. Explicando melhor, tratar apenas o corpo é apenas metade do problema e por isso, não é a erradicação final do problema, mas tão somente atende a parte do problema, pois nesse caso, ainda restará as nebulosidades no espírito, que fará com que tudo volte, novamente, visto que há uma relação inseparável entre corpo e espírito – se houver acréscimo de novas toxinas, segundo Okada, poderá voltar pior ou em forma de outra doença, visto que o acréscimo de mais toxinas tornará, com o  tempo, o quadro pior, desenvolvendo outras doenças, mais perniciosas ou crônicas.

Como todos os métodos utilizados até agora pela medicina basearam-se unicamente na eliminação das toxinas( via intervenções cirúrgicas) ou então na sua solidificação, tomando apenas o corpo físico como objeto do tratamento, é óbvio que eles propiciassem uma cura passageira, mas jamais a cura radical, o que está bem caracterizado pelo uso da palavra “reincidência”. Os métodos empregados pela Medicina são apenas dois: a solidificação e a remoção cirúrgica. Entre as formas populares de tratamento existe a solidificação por meio de banhos de luz ou eletricidade e da moxibustão1, método este que consiste em queimar determinados pontos para concentrar e eliminar o pus.

1 Moxibustão: Terapia chinesa que consiste na queima, em determinadas locais do corpo, de pequenos cones feitos de folhas secas de Artemísia com o objetivo de estabelecer o equilíbrio do organismo. Em geral, é feita em combinação com a acupuntura.

A nossa terapia (Tratamento ou simplesmente Terapia EHT), todavia, fundamenta-se na eliminação das nebulosidades do corpo espiritual. O método consiste em irradiar, pela palma da mão, uma espécie de ondas espirituais, que têm como agente principal o elemento fogo. Por ora, vou chamar essas ondas de raios místicos. Todas as pessoas os possuem em determinada quantidade; ou melhor, esses raios existem em número ilimitado no espaço aéreo do globo terrestre, isto é, no Mundo Espiritual.

Mas por que será que ninguém descobriu até hoje esse método que consiste na eliminação das nebulosidades através das ondas espirituais? Foi porque, conforme já dissemos, era noite no mundo, ou seja, o mundo estava às escuras. Como luz, existia apenas uma claridade semelhante à da Lua, e por isso era impossível obter-se a força para resolver o problema das doenças, ou seja, raios místicos em quantidade suficiente para dissolver as nebulosidades. Não é que eles fossem totalmente nulos, tanto assim que alguns religiosos e ascetas procediam ao tratamento das doenças e até certo ponto tinham êxito. Como é do conhecimento de todos, os fundadores de algumas religiões ganharam considerável fama. Acontece, porém, que o principal componente da luz da Lua é o elemento água, e por essa razão a força para curar limitava-se a determinadas doenças ou a efeitos temporários. Como elemento água, essa luz é de natureza fria, e por isso é um tratamento solidificador. Na Arte Médica Japonesa (Terapia Japonesa EHT), entretanto, o principal agente é o elemento fogo, capaz de dissolver qualquer toxina solidificada; por conseguinte, ele apresenta efeitos extraordinários.

Os principais motivos que levaram o Cientista a descobri-lo foram dois: primeiro o conhecimento sobre a Transição da Era da Noite para a Era do Dia, e segundo o consequente aumento de partículas do elemento fogo, que, concentrados no corpo, produzem uma poderosa luz purificadora. Irradiando-a, então, no local afetado, manifesta um efeito extraordinário.

No entanto, o cientista faz uma advertência: Aqui, quero deixar bem claro que, apesar de tal tratamento ser facilmente interpretado como ato religioso, já que suas ações são parecidas com as tomadas no passado por fundadores de religiões, meu desejo é que jamais esse Tratamento seja transformado em ação religiosa. Isso porque, quando se executa em termos religiosos é visto, sem falta, como superstição pela sociedade. Talvez isso aconteça por ter havido, até agora, incontável número de pessoas atormentadas por superstições de religiões diabólicas e por existir demasiados casos dos que caíram na infelicidade. Ao mesmo tempo, as autoridades, a fim de prevenir consequências, têm feito uma rigorosa fiscalização. Além disso, pode haver pontos em que, — embora adeptos de toda e qualquer religião, seita e credo, estejam sofrendo, — há hesitação no atendimento médico em casos de haver o menor indício de relacionamento com alguma religião.”

E, também, na hipótese de que a nossa Terapia — como há pouco disse — fosse uma prática religiosa, estaríamos confessando, na realidade, a debilidade de seu poder, uma vez que os resultados seriam obtidos com o auxílio da autossugestão, representada pelo fator fé. Não podemos negar que isso existe em certo ponto também na medicina. Por exemplo: quando o médico com quem se vai consultar possui o título de doutor, é catedrático, diretor de um grande hospital, autoridade na sua área ou, então, tem a clientela nas classes altas, nem é preciso mencionar que o paciente — antes mesmo de iniciar o tratamento — nutre por ele considerável respeito e confiança. Assim sendo, logicamente, a força desse sentimento é adicionada em certo nível aos efeitos de cura, não podendo negar que existem pontos em comuns com a fé religiosa. Apesar disso, na nossa arte médica, nosso tratamento, não é preciso nenhuma ajuda de tal força do pensamento, tampouco existe a necessidade de ser incorporada dentro da religião por existirem as desvantagens citadas anteriormente. Por conseguinte, coloco-a como uma Ciência e como tal apresento-a ao mundo. Isto é, como a Ciência do futuro, a vanguarda da ciência, uma Arte Médica Universal criada por um japonês, a Terapia Japonesa EHT.

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